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RIO DEFENDE AMAMENTAÇÃO em CONFERÊNCIA de SEGURANÇA ALIMENTAR

Por: IBFAN Brasil

   

  CONFERÊNCIA de SEGURANÇA ALIMENTAR e NUTRICIONAL do RIO de JANEIRO - 2007

inicia-se hoje no auditório do BNDES

 

Aline Sudo coordenadora do IBFAN Rio – Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar leva manifesto a favor do Aleitamento.

 

 

 

ONDE COMEÇA A SEGURANÇA ALIMENTAR?

 

As comunidades desfrutam de segurança alimentar quando todas as pessoas têm acesso a uma alimentação adequada, acessível, aceitável, e obtida a partir de recursos locais, sobre uma base contínua e sustentável... desde o nascimento!

Para as crianças pequenas, não há nada mais acessível e nutritivo do que o leite materno, um alimento completo. Os bebês não têm necessidade de nenhum outro alimento, nem sequer de água ou chás até os 6 meses. Após os seis meses e até os dois anos ou mais, o leite materno continua oferecendo os nutrientes essenciais e fatores de proteção contra doenças, ajudando a prevenir a desnutrição, as deficiências de micro nutrientes e outras enfermidades. A proteção contra doenças não é encontrada em NENHUM outro leite, mesmo os mais caros disponíveis no mercado. Os benefícios do leite materno atingem famílias de todas as classes sociais.

A Organização Mundial de Saúde estima que 1,5 milhões de crianças morrem a cada ano por não serem adequadamente amamentadas. Este fato é indiscutível.

 

POR QUE ISSO ACONTECE?

 

A entrada da mulher no mercado de trabalho, e os novos papéis que passou a desempenhar na sociedade, aliados à propaganda indiscriminada das grandes indústrias produtoras de leite, de bicos, chupetas e mamadeiras, provocaram uma mudança de comportamento: o desmame precoce. 

Atualmente, a propaganda de leites artificiais é voltada para profissionais de saúde, proporcionando e patrocinando eventos luxuosos e convencendo – tal como a indústria farmacêutica – de que os produtos são de qualidade e inofensivos. Desta forma, os profissionais são induzidos a recomendarem o leite de vaca e outros artigos como produtos fundamentais para a saúde da criança.

 

QUAIS OS PROBLEMAS DE TUDO ISSO?

 

A mulher precisa de apoio de toda a sociedade para seguir amamentando. Por isso, TODOS devem se comprometer com a promoção, o apoio e a proteção do Aleitamento Materno.

A introdução de outros leites pode causar:

- diarréias e outras doenças gastrintestinais (alterações da mastigação e deglutição),

- doenças respiratórias,

- alergias,

- otites,

- problemas odontológicos (cáries, malformação de arcada dentária, etc.),

- problemas de fala.

O consumo de leite em pó traz problemas ecológicos alarmantes: as latas e papéis de rotulagem resultam em toneladas de resíduos, raramente reciclados, aumentando o acúmulo de lixo e poluindo o meio ambiente.

Além disso, a  alimentação artificial pode consumir de 20% a 90% da renda familiar. Tanto o bebê quanto seus familiares obterão vantagens com o aleitamento materno, e terão melhores oportunidades de acesso a uma alimentação mais nutritiva.

 

O QUE FAZER?

 

Tendo em vista que a Segurança Alimentar e Nutricional possui uma característica intersetorial e transversal, na Conferência de Segurança Alimentar e Nutricional, podemos colaborar apoiando as proposições que estimulam e protegem o aleitamento materno:

- Implantar Política de Aleitamento Materno intersetorial;

- Implantar a Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação (IUBAAM), em todas as Unidades de Saúde dos municípios, incentivada pelo Estado e União;

- estimular a certificação de Hospital Amigo da Criança;

- implantar Bancos de Leite Humano e promover campanhas informativas;

- solicitar que Governo e Organizações Não Governamentais que trabalham com a questão da segurança alimentar incluam a amamentação em seus materiais educativos e proporcionem apoio comunitário para as mães que amamentam;

- substituir o leite em pó da lista de produtos doados em programas de combate à fome e à pobreza, por outro alimento que não estimule o desmame;

- garantir que as campanhas contra a fome dêem especial atenção às mulheres que amamentam e aos seus bebês, promovendo, apoiando e protegendo o Aleitamento Materno;

- garantir a licença maternidade de seis meses;

- fiscalizar a Norma Brasileira para Comercialização de Alimentos para Lactentes e crianças de primeira infância, bicos, chupetas, mamadeiras e protetores de mamilos

- garantir que o tema aleitamento materno seja incluído nos currículos de todos os níveis de ensino.

 

 

AMAMENTAÇÃO

RESPONSABILIDADE DE TODOS

 

 

 

 

Texto elaborado pelo Grupo IBFAN Porto Alegre – Annelise Krause, Beatriz Streppel, Celina Valderez Feijó Köhler, Enilda Lara, Janaina Sbroglio, Sonia Martini, Zuleica Xavier, em 26/03/2007

Adaptado pelo Grupo IBFAN Rio de Janeiro – Aline Corrêa Sudo, Arlete Moreira, Maria Lúcia Futuro, Maria Inês Couto de Oliveira, Fernanda Sá, Marcus Renato de Carvalho, Tereza Araújo, Enilce Sally, Paulo Sérgio Oliveira

 

 

 

 
 


Última atualização: 22/7/2011

 

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