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A AMAMENTAÇÃO está em DECLÍNIO?!

Por: Prof. Marcus Renato de Carvalho, IBCLC

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A amamentação está perdendo prioridade

27/05/2014

 

A amamentação «já não está obtendo a atenção que merece» devido a limitações de tempo e recursos, conforme foi afirmado em um estudo.

Das 483 mulheres que responderam a uma pesquisa no ano passado, 43% disseram que não pensavam que estivessem recebendo suficiente informação em torno da amamentação.

Embora 80% das mulheres pesquisadas disseram que tinham desejado amamentar, só 57% relataram que tinham recebido suficiente informação a respeito da amamentação. Além disso, 55% das mães disseram que receberam pouco ou nenhum apoio para a amamentação ou que tiveram que buscá-lo em outras partes.

 

Em outra pesquisa realizada entre parteiras, estudantes de obstetrícia e trabalhadoras sociais que apoiam a maternidade, quase uma quinta parte disse que a amamentação pelo geral não se iniciava na primeira hora depois de dar à luz, um período crucial para o estabelecimento do vínculo entre a mãe e o lactente.

 

As estatísticas são parte do terceiro relatório do Royal College of Midwives* para sua campanha Pontos de Pressão, que examina se as equipes de atenção à maternidade contam com suficiente tempo e recursos para proporcionar cuidados e assessoria pós-natal adequados.

 

Cathy Warwick, chefa executiva do Royal College of Midwives, disse: «Consideramos que a amamentação já não está recebendo a atenção que merece como um problema de saúde pública vital».

«Já não se conta com um coordenador da amamentação em nível nacional para coordenar a estratégia da Inglaterra ou uma estratégia nacional, enquanto que a Escócia e Gales contam com tais estratégias. As pressões financeiras que teve o NHS no Reino Unido significa que estamos vendo parteiras sobrecarregadas e desmoralizadas e trabalhadoras sociais de apoio à maternidade que lutam por manter os graus de frequência de amamentação».

 

«Estamos vendo uma reação e demonização das mulheres que amamentam em público, e há vários casos recentes publicados nos meios destacados nos quais foi solicitado às mães para que deixassem de amamentar».

 

«Constantemente as mães nos dizem que desistiram de amamentar antes do que desejavam devido à falta de apoio e informação de profissionais da saúde, incluídas as parteiras. Os achados de nossa pesquisa esclarecem que muitas mulheres não estão obtendo a ajuda que necessitam para a amamentação devido a limitações de tempo e recursos».

O Royal College of Midwives está fazendo um chamado àqueles que proporcionam atenção à maternidade no NHS para que recrutem suficientes parteiras e trabalhadoras sociais que apoiam a maternidade, sobretudo na Inglaterra, para assegurar-se de que todas as mulheres que escolham pela amamentação recebam o apoio para iniciá-la e continuá-la.

Também foi feito um chamado para que seja dado apoio a todas as novas mães, independentemente do método de alimentação selecionado para seu lactente.

Deve-se mostrar à mãe (de forma individualizada) que escolhe a alimentação com leite artificial como esterilizar o equipamento para preparar a mamadeira antes de dar-lhe a alta hospitalar.

 

Fonte: doctors.net.uk

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Nota do aleitamento.com

 

*Midwives no Brasil: profissionais Obstetrizes que cursam o curso de graduação em Obstetrícia.

 

Mas se o(a) obstetriz não é médico(a) e nem enfermeiro(a), então o que ele(a) pode fazer?

O(a) obstetriz é apto a:
- Fazer o acompanhamento da saúde da mulher sem que esta esteja necessariamente no período gravídico-puerperal;
- Realizar o pré-natal;
- Fazer o parto normal. Os (as) obstetrizes são aptos a realizar as intervenções necessárias como episiotomia, por exemplo;
- Acompanhar a recuperação da mulher puérpera;
- Acompanhar o bebê no período perinatal e neonatal;
- Orientar sobre amamentação;
- Reconhecer as dimensões física, emocional e sociocultural que integram a vida das pessoas e afetam o processo reprodutivo, determinando ações curativas e de prevenção;
- Atuar em equipe multiprofissional; 
- Intervir de forma a melhorar programas que englobem os temas saúde da mulher e direitos sexuais e reprodutivos, ou seja, atuar no ramo de políticas públicas de saúde;
- Refletir sensivelmente e analisar criticamente a real situação de assistência à saúde da mulher, para propor ações criativas que solucionem os problemas encontrados, levando em conta o perfil epidemiológico, os fatores sociopolíticos e culturais, a tecnologia, os equipamentos disponíveis e necessários à prática profissional.

Fonte: EACH/USP

 

 


Última atualização: 2/6/2014

 

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